Wednesday, November 09, 2016



Tenho recebido observações oriundas de diferentes partes do país, em que várias formas de bioluminescência têm sido avistadas. Alguns testemunhos, são registos completamente novos para a região em causa.
Após um Verão longo, bastante quente e seco, o Outono, trouxe-nos elevados níveis de humidade, somados a temperaturas amenas, o que tem proporcionado condições muito boas, para a observação de bioluminescência.

Embaixo, está uma fotografia que tirei a uns cogumelos luminosos (Omphalotus olearius)
Pode clicar na imagem para ver a foto aumentada.
Penso que se trata da primeira fotografia à bioluminescência produzida por fungos, em Portugal.
Ao vivo a luz era mais evidente do que na fotografia, e mesmo assim os exemplares ainda não tinham alcançado o seu nível máximo de tamanho e de luminosidade e até estavam sujos com partículas de solo e húmus.. 
Coloquei  o meu nome porque achei pertinente, decerto faltará fazer o mesmo a outras tantas fotografias de minha autoria, que tenho aqui no blog. O tempo de exposição precisa de ser maior, para captar mais detalhadamente a bioluminescência.
Para a próxima faz-se melhor!



                                                                                          

                                           


15 comments:

Rita Fernandes said...


Muito bem!

Eu já lhe enviei o meu relato.

Vi algumas larvas de pirilampo aqui perto de casa! Não estava mesmo nada à espera.

Rita Fernandes said...



Pela descrição sabe de que espécie se trata?

Também vi algumas luzes, quando fui a uma praia, aqui perto. Piscavam dentro de algumas poças deixadas pela maré alta.

Pleia Des said...




Se vir alguma coisa por aqui, aviso-o!

lightalive said...


Olá Rita

Devem ser larvas de Lamprohiza. Dificil de dizer a espécie, mas devem ser L. paulinoi, tendo em conta a região.


Ok, obrigado, Pleia Des!!

Fernando Martim said...



Uns dias atrás, após uma chuvada, fiz uma caminhada (onde estou agora, muito perto do Porto)e quase no sítio exacto onde punha os pés, acendiam-se umas luzes verdes, mas depois apagavam-se e não voltavam a ligar... Ficavam uns segundos acesas, e depois desapareciam... Mais uns metros à frente, aconteceu o mesmo! O que será? Eu levei lanterna comigo, apontei a luz, mas não vi nada.

lightalive said...


Olá Fernando

Peço desculpa, mas é difícil dizer-lhe.

Poderiam até nem ser pirilampos.

Aguardo por mais notícias.

Fernando Martim said...


Ok, está certo, eu devo voltar lá e depois digo-lhe alguma coisa.

Tânia Cardoso said...



Tenho visto algumas coisas por aqui e já lhe enviei um resumo do que vi!


Agradeço desde já as identificações (apesar das fotografias terem ficado algo fraquinhas)! :-)

lightalive said...


Ok, Fernando!


São larvas de Luciola lusitanica, Tânia.

Obrigado pela colaboração!

Fernando Martim said...


Boa noite

Voltei ao local, na noite passada, e acho que é uma fase larvar de pirilampo.
Consegui trazer um a casa (e já o fui deixar no mesmo sítio onde o encontrei) e tirei-lhe 3 fotografias que vou já lhe enviar...

lightalive said...



É uma larva de Phosphaenus hemipterus.


Obrigado por tudo, Fernando!

Fernando Martim said...



Interessante, obrigado!

Desconhecia por completo o que era... Já lhe dei uma descrição resumida do local. Como tinha muitas folhas caídas no solo, ao início não foi fácil dar com ele.

Tânia Cardoso said...



Obrigado, pela identificação.

Adoro essa espécie. :-)

M. Resende said...



Boa foto, obrigado pela partilha!

lightalive said...



Obrigado, M. Resende.